MBL acusado de tramar assassinato de Bolsonaro, diz site

O  MBL (Movimento Brasil Livre) claramente rompeu com o governo do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. A sigla passou a tecer críticas contra membros do governo e já disse que não estará nos atos pró-Bolsonaro no próximo domingo, 26 de maio. No entanto, segundo informações do site Catraca Livre, o MBL agora enfrenta duras acusações. O grupo político é acusado de tramar o assassinato de Jair Bolsonaro.

As acusações partem principalmente de grupos que apoiam Bolsonaro e levantam teorias para o “desmanche” do elo entre as partes. Em uma dessas ofensivas acusa o grupo de planejar o assassinato de Bolsonaro e que teria ligações com Adélio Bispo, autor da facada contra o então candidato à presidência em setembro do ano passado, em Juiz de Fora (MG).

O próprio presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, já disse algumas vezes que não acredita que Adélio Bispo tenha agido sozinho. Antes da facada em Bolsonaro, Adélio foi filiado ao PSOL. A investigação do atentado contra o político continua sendo feita pela Polícia Federal. Oficialmente, no entanto, a entidade ainda não trouxe evidências da possível participação de terceiros no crime que ocorreu em Juiz de Fora.

Em vídeo divulgado no YouTube, o líder do MBL, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), afirmou que o grupo não apoia as manifestações do dia 26 pois elas não representam os liberais, visto que uma das principais pautas é o fechamento do Congresso Nacional e do STF (Supremo Tribunal Federal).

Já em outro vídeo que viralizou nas redes sociais, líderes do MBL falam que o ideal é que Bolsonaro peça o seu impeachment, a fim de que o Brasil volte a funcionar, ou então que tire a própria vida.

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