Recentemente, o jornalista Alexandre Garcia se demitiu da Rede Globo de Televisão. O âncora já estava na emissora há cerca de 30 anos. Desde sua saída da TV Globo, Alexandre Garcia virou alvo de especulações de que participaria de alguma forma do governo do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Ele chegou a negar um  suposto enlace com o governo federal.

No entanto, nessa sexta-feira, 18 de janeiro, novamente o nome do jornalista Alexandre Garcia voltou a ser associado ao governo  federal. Agora ele pode virar uma espécie de arma secreta da comunicação do governo.  Isso porque Alexandre Garcia é cotado para assumir a presidência da EBC.

Alexandre Garcia pode assumir  EBC e virar arma secreta contra Globo

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que nas últimas semanas, foi listada como uma das estatais que passará por uma profunda reformulação, pode ter Alexandre Garcia na sua chefia. A informação de que o jornalista é cotado para o comando da EBC foi dada pelo jornal ‘Estadão’.

Por enquanto, o jornalista Alexandre Garcia  ainda não respondeu se vai ou não aceitar o convite. Se isso acontecer, vai ser o final de um namoro com um final feliz pras duas partes.

Alexandre Garcia diz se trabalhará para Bolsonaro e manda recado à Globo

A demissão do jornalista Alexandre Garcia da TV Globo, após mais de 30 anos de serviços prestados, ainda está dando o que falar.O comunicador é uma das maiores personalidades da televisão brasileira e muita gente cogitou que ele fosse participar do governo do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

Coube ao próprio Alexandre Garcia negar que será porta-voz de Bolsonaro. Em um longo texto publicado em sua rede social, o colunista política explica porque não quer ter o mesmo cargo que já teve no passado, quando trabalhou para o presidente João Figueiredo, no Regime Militar.

Em sua publicação, Alexandre Garcia lembra que há 40 anos aceitou o convite do governo de Figueiredo, que ele chamou de transição. No entanto, o trabalho era duro e ele acordava cedo e dormia tarde durante os anos que o último presidente militar chegou ao poder.

O jornalista conta, inclusive, que na época sua esposa deu um ultimato a ele, mas que Alexandre teria preferido continuar na sua missão. Sobre as acusações de apoiar a ditadura, Garcia lembra que como porta-voz de Figueiredo intermediou encontros políticos que dariam caminho à democracia. Ele cita líderes políticos, como Brizola, que teriam conversado com Figueiredo, na época.