Neste domingo, 20 de janeiro, o Senador Flávio Bolsonaro deu entrevista à RedeTV! falando sobre as suspeitas movimentações de dinheiro em sua conta bancária denunciadas pelo Ministério Público. Na conversa com o jornalista Boris Casoy, Flávio falou que teve uma conversa com o pai nessa semana.

A conversa aconteceu no Palácio da Alvorada, onde o presidente Jair Bolsonaro recebeu o filho para explicações. Boris então perguntou o que Jair teria dito à Flávio nesse momento difícil de começo de governo. De acordo com Flávio, o pai teria ordenado apenas que ele falasse a verdade.

Flávio Bolsonaro ataca imprensa e diz que está sendo tratado de outra maneira por ser filho do presidente

Em outro momento da conversa, Flávio disse que apenas queria ser tratado na lei que nem qualquer pessoa da posição do cargo dele. O Senador acredita que, por ser filho do presidente, estaria existindo uma perseguição por parte da justiça e da imprensa à sua pessoa.

Além da RedeTV!, Flávio também conversou com  a Record TV. Ele tem evitado a TV Globo, que foi justamente o canal que tem aparecido com novidades em torno do caso.

Em entrevista à Record, Flávio Bolsonaro explica 48 depósitos de R$ 2 mil e surpreende

O Senador eleito pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, do PSL do Rio de Janeiro, deu uma entrevista exclusiva à Record TV. Na entrevista, ele tenta explicar valores polêmicos que entraram e saíram de sua conta. Um deles é milionário. Flávio Bolsonaro teria pago R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa Econômica Federal.

De acordo com o Senador, o valor seria para pagar a dívida de um imóvel que teria sido financiado pelo banco ligado ao governo federal. Flávio Bolsonaro disse que fez primeiro pagamentos parcelados para uma construtora, mas que, posteriormente, decidiu pagar o valor que faltava para a própria Caixa Econômica Federal.

Mais tarde, Flávio Bolsonaro diz que fez a venda desse apartamento um pouco mais caro do que comprou e que teria recebido uma quantia em dinheiro. O Senador então diz que ele mesmo fez os 48  repasses de R$ 2 mil para o próprio banco.

Além disso, o Senador garante que fez os 48 depósitos diretamente de um caixa da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj. O político disse que escolheu o local, pois era de fácil acesso, onde ele trabalhava.