Nicolás Maduro dá ultimato em Bolsonaro, mas se dá muito mal Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deu ultimato no Brasil e em outros países que não o consideram como chefe de estado da Venezuela.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, toma como para o seu segundo mandato nesta quinta-feira, 10 de janeiro. No entanto, horas antes deu um ultimato no presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, após o país dizer que não o considera eleito legitimamente. O recado também valeu para todos os países que formam o chamado ‘Grupo de Lima’, que são nações que não veem maduro como chefe de estado na Venezuela.

Apesar de ter existido uma eleição na Venezuela, a oposição acusa Maduro de ter promovido uma fraude, o que ele nega. Nicolás Maduro acusou os países do grupo de Lima de fazerem um cartel com o objetivo de dar um golpe nele e estarem alinhados com as ideias dos Estados Unidos.

Maduro dá ao Brasil  48 horas para mudar de ideia sobre sua legitimidade como presidente

Nicolás Maduro foi além e deu um prazo para os líderes do Grupo de Lima, como o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Eles tem 48 horas para mudarem de visão sobre o que acontece na Venezuela. Apenas no último ano, a inflação no país superou os 1.600.000 %.

O novo mandato de Nicolás Maduro  é de 6 anos e o que países como o Brasil pedem a ele é que transfira o seu poder para uma Assembleia Nacional, até que novas eleições sejam convocadas no país.

Em outro momento, o presidente da Venezuela fala que está sendo vítima de uma grande chantagem. O problema é que o país de Maduro vive uma das maiores crise humanitárias de toda a sua história. Por enquanto, Bolsonaro e os países que formam o bloco de Lima não responderam Maduro. Ou seja, ele se deu muito mal.

PT revela suposto plano de Bolsonaro para dar ‘golpe de estado’ na Venezuela

o Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou uma nota contra o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. A nota critica a decisão de Bolsonaro e de outros países da América do Sul que não reconhecem Nicolás Maduro como presidente da Venezuela. Bolsonaro chegou a desconvidar Maduro da sua posse no dia primeiro de janeiro.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, assina a nota que fala que estas entidades contra Maduro estariam incentivando um golpe de estado. Pouco antes da decisão dos países em não reconhecer o segundo mandato do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro chegou a falar que seria vítima de um golpe.

Gleisi Hoffmann diz ainda na nota que Bolsonaro apenas está sendo submisso ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A agenda de Trump há tempos é contra Nicolás Maduro, assim como Bolsonaro, que, na sua campanha eleitoral, chegou  a vincular a imagem do PT à da crise na Venezuela.

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